SOBRE

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Projetos 2026/2027
Amazônia Requiem (criação completa).
A Carbonária, ópera de câmera sobre a jovem Anita Garibaldi
(criação completa).
Entrevista concedida à Revista.com (RJ), outubro 2026: A Educação Musical segue fora da realidade da maioria das escolas públicas brasileiras
Projeto La Strada - Os que vieram antes de nós, direção musical e criação de trilha sonora original encenado pelo grupo En la Barca, estreia em 12 de novembro de 2026 no Teatro do SESC Tijuca, RJ.
Berlin Kabarett, direção musical do espetáculo da Cia. Ensaio Aberto, estreia em 27 de novembro de 2026 no Armazém da Utopia, RJ.
A canção Maria Marear (Felipe Radicetti/Tiene Deccache), interpretada por Catarina March, é semifinalista do 22o. Premio Rádio MEC, de 2026.
Organista e compositor de formação clássica, Felipe Radicetti é veterano criador de música para TV, cinema, teatro, do cancioneiro popular e da música de concerto. Iniciou suas produções de comerciais para TV na Globograph em 1987 e no Estúdio Nova Onda de 1993 a 2015. Em maio de 2026 criou e produziu, para o Rio2C a trilha sonora e o soundbranding para os palcos Biodom, Soundbeats e Brain Space na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro.
Mestre em Música e Educação pela Uni-Rio, Radicetti publicou os livros "Escutas e olhares cruzados nos contextos audiovisuais" (2018), "Trilhas Sonoras: o que escutamos no cinema, no teatro e nas mídias audiovisuais" (2020), "Introdução à Composição Musical Tonal: guia para os primeiros passos" (2023) pela Ed. Intersaberes e "Você, compositor: contextos determinantes para criação musical" pela Ed. Consequência (2023). É palestrante e professor da UNINTER nos cursos EAD de Licenciatura em Artes Visuais e Licenciatura em Música.
Fundador e Presidente da Associação Carioca de Organistas nos períodos de 1982/83 e 84/85 e Presidente da Associação Brasileira de Compositores para Audiovisual - Musimagem Brasil no período de 2012/14. Em novembro de 2023 foi panelista na Assembleia Geral da Music Creators of the World – CIAM/CISAC, realizada no Rio de Janeiro, e em 2024, do encontro da European Composer and Songwriter Alliance - ECSA.
Vencedor do Premio Profissionais da Música 2025 nas categorias Single Digital [Sul] (Sete Véus) e Melhor Trilha de Teatro (A Exceção e a Regra), desde 2021 integra o elenco do selo Zênitha Música para a distribuição de sua discografia, incluindo seus mais recentes lançamentos, o EP Lorca vol. II - Mi Corazón Reposa Junto a la Fuente Fría (2026), quatro singles remasterizados do CD Homens Partidos - Retrato de Poeta (feat. Lô Borges), Duplo Espelho, O Silêncio e Homens Partidos (feat. Claudio Nucci) em 2025, os singles Sete Véus (2023), Última canção de Amor e Canção Mediterrânea (2022) e o EP Lorca (2020), que reuniu canções de sua autoria sobre poemas do poeta espanhol Federico García Lorca.
Em novembro de 2026, duas estreias para o teatro: a criação da música original e direção musical “La Strada - Os que vieram antes de nós” encenado pelo grupo En la Barca no Teatro do SESC Tijuca, e Berlin Kabarett, direção musical do espetáculo encenado pela Cia. Ensaio Aberto no Armazém da Utopia, Rio de Janeiro. Radicetti assinou ainda a criação da música original para o espetáculo "Alexandre, seu olho torto e outras histórias", direção cênica de Antonio Karnewale, baseado em textos de Graciliano Ramos com a direção musical de Agnes Moço, representado no Theatro Municipal de Niterói, Rio de Janeiro, em agosto de 2026. Em 1997 venceu o Premio de Melhor Trilha Sonora por Bosnia, Bosnia no Festival de Teatro de Grupo de Santos-SP e foi indicado ao Prêmio Shell de Teatro de 2014 para Melhor Trilha Sonora pelo espetáculo "Sacco&Vanzetti", Felipe Radicetti recentemente assinou a música original e a direção musical dos espetáculos “O Dragão” (2026, 2021), "O Banquete" de Mario de Andrade (2024), "A Exceção e a Regra" de Bertolt Brecht (2023), "Olga" (2026, 2023), e "Dez Dias que Abalaram o Mundo", de John Reed (2017), todas obras encenadas pela Cia. Ensaio Aberto. Em 2020, criou a música original da montagem teatral de Les Lianes, texto e direção de Françoise Berlanger para companhia de teatro belga La Cerisaie, em temporada no Teatro La Balsamine, em Bruxelas.
Excursionou como tecladista e arranjador do cantor Oswaldo Montengro entre 1991 e 1992, gravando os teclados nos discos “Mulungo” (1992), “Aos Filhos do Hippies” em 1995 e “O Vale Encantado” (1997) e no espetáculo “Sebastian! Um musical do Século XVIII”, criando o libreto e representando como ator e músico, com direção geral de Oswaldo Montenegro (1995/1996).
Para a música de concerto, escreveu o libreto e a música da cantata "A Revolta dos Posseiros", obra para tenor, coro e orquestra teve sua estreia em Francisco Beltrão e Pato Branco em 2019, com a presença/depoimento de protagonistas do levante agrário ocorrido no sudoeste do Paraná em 1957, interpretada pela Orquestra Filarmônica de Valinhos (SP) sob a regência de Yonan Daniel. Em 2023 voltou a cumprir turnê por sete cidades do sudoeste do Paraná. Em maio de 2019, a sua suíte para violoncelo e orquestra de cordas foi apresentada na Sala Cecília Meireles pela Orquestra Sinfônica da Uni-Rio, sob a regência de Guilherme Bernstein e Hugo Pilger no violoncello e novamente pela Orquestra da Associação Livre de Música e Artes Integradas - ALMAI, na Sala Camargo Guarnieri, em agosto de 2026. Em 2005, a “Cantata Brevis: O Interrogatório”, para soprano, barítono, coro infantil e orquestra, foi apresentada na Sala Cecília Meireles pela Orquestra da Cia. Bachiana Brasileira e regência do Maestro Ricardo Rocha, e em 2006, compôs a Abertura para a cerimônia de entrega da Ordem do Mérito Cultural, interpretada pela Orquestra Sinfônica de Higienópolis sob a regência do Maestro Roberto Tibiriçá, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Em 2024, integrou o corpo de jurados da IV Bienal Internacional de Cinema Sonora de Goiania. Radicetti compôs a música original para o curta "Quando o Tempo de Lembrar Bastou" de Felipe Quadra (2020) e para o documentário "Vidas Descartáveis" de Alexandre Valenti (2019). Sua filmografia inclui ainda "Histórias da Fome no Brasil" de Camilo Tavares (2017), "Meu nome é Jacque" de Angela Zoé, "Scholles, semente da cor", de Rejane Zilles (ambos 2016), "Castro Alves" de Silvio Tendler (1998), "Anjos do Sol" de Rudi Lageman (2005), "Walachai" de Rejane Zilles (2008), que obteve o prêmio de Melhor Trilha Sonora no II Festival Nacional de Cinema e Vídeo Rural de Piratuba, em 2010 e ainda para "Eu me Lembro" de Luiz Fernando Lobo (2013), "Duas Histórias" (2012) e "Nossas Histórias" (2014) de Angela Zoé, entre outros.
Em dezembro de 2015 lançou o seu 4o. CD de canções, "America". De volta ao Brasil após dois anos residindo em Bruxelas, lançou em 2013 o CD "Europa". Antes, em 2009, lançou o CD "Sagrado Profano", dedicado à fé e ao sincretismo afro-brasileiro. O seu primeiro CD, "Homens Partidos" (2000), contou com a participação de Lô Borges, Geraldo Azevedo, Clara Sandroni e de Claudio Nucci, que também defendeu a canção Moleque-Marraio, classificada para as semifinais do Festival da Música Brasileira da Rede Globo. O CD "SuperLisa", em parceria com Clarisse Grova, teve duas edições no Brasil (2003 e 2006) e Japão (2005).
