SOBRE

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Felipe Radicetti

Soluções musicais em arte, educação e comunicação

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Compositor de formação clássica e premiado criador de música para TV, cinema, teatro e do cancioneiro popular, iniciou suas produções para TV na Globograph em 1987. Atuou como maestro e criador de música para comerciais de TV no Estúdio Nova Onda de 1993 a 2015. Mestre em Música e Educação pela Uni-Rio, Radicetti publicou os livros Escutas e olhares cruzados nos contextos audiovisuais (2018) e Trilhas Sonoras: o que escutamos no cinema, no teatro e nas mídias audiovisuais (2020) pela Ed. Intersaberes. É professor da UNINTER, nos cursos EAD de Licenciatura em Artes Visuais e Licenciatura em Música. 


Fundador e Presidente da Associação Carioca de Organistas nos períodos de 1982/83 e 84/85. Presidente da Associação Brasileira de Compositores para Audiovisual - Musimagem Brasil no período de 2012 a 2014. Docente do Curso de Pós-Graduação em Cinema e TV (Orquestração e Publicidade) no Conservatório Brasileiro de Música - CBM do Rio de Janeiro, de 2011 a 2014.

Em 2020 lança o EP Lorca em parceria com a cantora Marianna Leporace e o guitarrista Daniel Drummond, reunindo canções de sua autoria sobre poemas do poeta espanhol Federico García Lorca. Ainda em 2020, criou a música original da montagem de Les Lianes, texto e direção de Françoise Berlanger para companhia de teatro belga La Cerisaie, que estreia no Teatro La Balsamine, em Bruxelas. Em outubro de 2019, sua Cantata “A Revolta dos Posseiros” para tenor, coro e orquestra teve sua estreia em Francisco Beltrão e Pato Branco, com a presença de protagonistas do levante agrário de 1957 ocorrido no sudoeste do Paraná, com a Orquestra Filarmônica de Valinhos (SP) sob a regência de Yonan Daniel. Em maio de mesmo ano, a sua suíte para violoncello e orquestra de cordas foi apresentada na Sala Cecília Meireles pela Orquestra Sinfônica da Uni-Rio, sob a regência de Guilherme Bernstein e Hugo Pilger no violoncello.


Felipe Radicetti compôs a música original para o longa documentário "Vidas Descartáveis" de Alexandre Valenti (2019). Recentemente foram lançados três novos títulos para cinema com música original do compositor: "Histórias da Fome no Brasil" de Camilo Tavares (2017), "Meu nome é Jacque" de Angela Zoé e "Scholles, semente da cor", de Rejane Zilles (ambos 2016). Sua filmografia inclui ainda "Castro Alves" de Silvio Tendler (1998), "Anjos do Sol" de Rudi Lageman (2005), "Walachai" de Rejane Zilles (2008), "Eu me Lembro" de Luiz Fernando Lobo (2013), "Duas Histórias" (2012) e "Nossas Histórias" (2014) de Angela Zoé, entre outros. 


Indicado ao Premio Shell de Teatro de 2014 para Melhor Trilha Sonora pelo espetáculo "Sacco&Vanzetti", Felipe Radicetti recentemente assinou a direção musical do espetáculo "Dez Dias que Abalaram o Mundo", de John Reed, encenado pela Cia. Ensaio Aberto (2017). Em dezembro de 2015 lançou o seu 4o. CD de canções, "America". De volta ao Brasil após dois anos residindo em Bruxelas, lançou em 2013 o CD "Europa". Antes, em 2009, lançou o CD "SagradoProfano", dedicado à fé e ao sincretismo afro-brasileiro. 


O seu primeiro CD, "Homens Partidos" (2000), contou com a participação de Lô Borges, Geraldo Azevedo, Clara Sandroni e de Claudio Nucci, que também defendeu a canção Moleque-Marraio, classificada para as semifinais do Festival da Música Brasileira da Rede Globo. O CD "SuperLisa", em parceria com Clarisse Grova, teve duas edições no Brasil (2003 e 2006) e Japão (2005).

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